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NENJU: "Quando este dia passar, nossos dias de vida serão diminuídos de um dia. Como peixes em um pouco de água, que tipo de conforto ou tranquilidade pode haver? Vamos praticar diligentemente e entusiasticamente como se estivéssemos extinguindo um fogo em nossas cabeças. Vamos contemplar a impermanência e não desperdiçar nossas ações".
O Mestre Zen, autor, fotógrafo, erudito e Abade do Mosteiro "Zen Mountain" em Nova York, gravemente doente com câncer, está vivendo suas horas e dias finais. Ele está cercado por sua Sanga ordenada enquanto sua doença se aprofunda. Nós de Upaya temos a ele e sua comunidade em nossas preces. A contribuição de Daido Roshi para o Zen no Ocidente é incomensurável. Um artista talentoso, um pioneiro no Budismo Norte-Americano, um homem de grande inteligência e coragem — somos gratos pela força de sua prática e sua extraordinária visão.
Estas são algumas de suas palavras:
A experiência de Buda é que, quando você vai além dos skandhas, além dos agregados, o que sobra é nada. O "eu" é uma idéia, uma construção mental. Esta não é apenas a experiência de Buda, mas a experiência de cada homem e mulher budista realizados nos últimos 2500 anos até os dias de hoje. Sendo assim, o que é que morre? Não há dúvida de que, quando este corpo físico não é mais capaz de funcionar, as energias dentro dele, os átomos e moléculas de que é feito, nada disso morre com ele. Eles tomam uma outra forma, um outro formato. Você pode chamar isto de outra vida, mas como não há nenhuma substância permanente e imutável, nada se transfere de um momento para o próximo. Obviamente, nada permanente ou imutável pode passar ou transmigrar de uma vida para a próxima. Nascer e morrer continuam inquebrados, mas mudam a cada momento.
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Nuvens e chuva são liberados das flores de ameixeira; passado, presente e futuro são flores de ameixeira. A Primavera é ativada pelo poder das flores de ameixeiras. Onde você se encontra?
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Os únicos limites que existem são aqueles que determinamos para nós mesmos. Tire as vendas, solte as amarras, derrube as paredes da jaula e dê um passo à frente. Quando você tiver dado este passo, perceba-o, solte-o e dê um outro passo. E quando finalmente chegar à iluminação, perceba-a, solte-a e dê um outro passo. Isto é, sempre foi e sempre será a prática incessante dos Budas e Ancestrais. Fazendo isto, você autentica seus próprios seres, suas próprias vidas. Você dá vida a Buda.
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Brilhante e brilhante, claro e claro. Não busque apenas nas sombras de flores de ameixeira. A chuva é criada e nuvens se formam através do passado e presente. Passado e presente, solitário e silencioso. Onde termina? |