9660.jpg
Portuguese English French German Italian Russian Spanish

Busca no site

Diversos - mais lidos

Cerimônia Budista de Casamento

por Márcia Maranhão Limongi Considerado um sacramento, o matrimônio, na religião budista, é ministrado pelo abade ou (oficiante) no templo. Como ...

Leia mais

Monja Coen, a voz forte do Zen-Budismo

Marília Balbi   Repórter nos anos 60, Cláudia Souza de Murayama abandonou o casamento e foi aos Estados Unidos buscar o caminho ...

Leia mais

O budismo e o “silêncio sobre Deus”

Nem ateu, nem niilista. Esses adjetivos são incorretos para se entender o budismo, que advoga o “silêncio sobre Deus” como ...

Leia mais

O conceito de impermanência no Budismo e

Alexandre Esclapes   Bion seguindo Freud tanto a partir de 1895 no “Projeto” quanto em 1911 com “As duas formas do ...

Leia mais

Apego

O que significa eu me apegar a algo? Todos nós vivemos apegados a uma realidade que vivemos no passado ou há ...

Leia mais
Zazen Yojinki


"Zazen não se baseia em ensinamento, prática e realização. Ao contrário: ensinamento, prática e realização estão todos contidos em Zazen. Avaliar a realização com base em alguma noção de iluminação não é a essência do zazen. Praticar baseando-se em se aplicar com esforço não é a essência do zazen. Ensinamento baseado em se libertar do mal e cultivar o bem não é a essência do zazen.

No Zen há ensinamentos, mas não o ensinamento comum. Zen é apontar diretamente, expressar o Caminho, falar com todo o corpo. Tais palavras não são sentenças nem frases. Onde os pontos de vista terminam e os conceitos são exauridos, a palavra única permeia as dez direções sem perturbar nem mesmo um fiozinho de cabelo. Este é o verdadeiro Ensinamento dos Budas e dos Ancestrais Iluminados.

Embora falemos de "prática", não é uma prática a ser feita. Isto quer dizer, o corpo não a faz, a boca não recita, a mente não fica pensando e pensando, os seis sentidos são deixados à sua própria claridade e não são perturbados.

Não são os dezesseis estágios de prática dos ouvintes do Dharma (sravakas). Nem é a prática da compreensão da corrente de doze elos da origem dependente dos que praticam sozinhos, isolados (pratyekabudas). Também não são as seis perfeições, os seis paramitas, nem as inúmeras práticas dos bodhisatvas.

É sem esforço, sem luta, e por isso chamado de Acordar ou Iluminar.
Apenas descansar no Samadhi da apreciação própria de todos os Budas, alegremente percorrendo as quatro práticas de paz e de bençãos dos bodhisatvas, não é esta a inconcebível e profunda prática dos Budas e Ancestrais Iluminados?

Embora falemos de "realização", esta não se apega a si mesma como sendo "realização". É a prática do samadhi supremo conhecido como não-nascido, não-obstruído, espontaneamente surge a Compreensão Superior. É o portal de claridade suprema que se abre na realização do Tathagatha (aquele que vem e vai do assim como é), nascendo da prática do grande bem estar. Vai além de sagrado e profano, além de delusão e sabedoria. Esta é a realização da insuperável iluminação como nossa própria natureza.
 
 
Joomla 1.5 Templates by Joomlashack