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Curso de Preceitos - 10/08/2005

Aula do dia 10 de Agosto de 2005 - Monja Coen

“Receber é transmitir,
Transmitir é despertar,
E despertar para a mente Buda,
É o verdadeiro Jukai.”


1. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No eterno Dharma, não surgir o ponto de vista da extinção,
É chamado não matar.


2. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No Dharma que não pode ser apanhado, não surgir o pensamento de ganho,
É chamado não roubar.


3. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No Dharma do não-apego, não surgir o ponto de vista do apego,
É chamado não ser ganancioso.


4. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No inexplicável Dharma, não expor uma palavra,
É chamado não mentir.


5. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No Dharma intrinsecamente puro, não surgir ignorância,
É chamado não ficar intoxicado.


6. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No Dharma sem faltas, não falar sobre erros e faltas,
É não falar sobre erros e faltas.


7. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No Dharma da equanimidade, não falar do eu e outros,
É chamado não se rebaixar e se elevar aos outros.


8. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No Dharma genuíno que está em toda a parte, não pegar uma coisa,
É chamado não ser avarento.


9. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
No Dharma do não-eu, não conceber uma realidade do eu,
É chamado não ser dominado pela raiva.


10. A natureza própria inconcebivelmente maravilhosa,
Não surgir a distinção de Budas e dos seres,
É chamado não falar mal dos Três Tesouros.
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Os três pilares do Zen:
PRECEITOS MEDITAÇÃO SABEDORIA
KAI JO E (em japonês)
SILA SAMADHI PRAJNA (em sânscrito)
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HI SHI GYO - Mente antes do pensar
“pensar, não pensar, ir além do pensamento”
“Não sei” é a mente livre de imagens, completamente aberta e honesta, sem julgamentos.
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À medida em que nos aprofundamos na prática, a leitura dos preceitos também se aprofunda. Três níveis de maturidade na leitura:
1. Não matar.
2. Ninguém a ser morto.
3. Nada a matar.

 
 
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